
Se arrumou. Lavou-se de maracujá e pitangas.
Vestiu seu azul mais bonito, nadou no mar de perfume, que lhe cabia.
Saiu pra esperar que chegasse.
Chegou.
O perfume se esvaiu, seu azul desbotou, seus maracujás e pitangas foram de doce
ao fel. Não se viu nem nos puxados nem nos lisos.
Ficou com seus F#, C e Am e chorou, quando ninguém olhava.
Um comentário:
é quando a gente pega as sementes podres e tenta plantar, mesmo assim.
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