terça-feira, 16 de setembro de 2008

delirium.


Me deixe ser quem sou.
Não falo mais de antes, pelo menos não falava. Quero minhas primeveras de volta, meu acalento e meu bem.
Ah, se tu soubesses do que falo. Nem ao menos saberás, não agora. És apenas um, perdido em meus vagares solitários. És donado, e pq queres o és. Mas de mim querias o sulco, de mim queres juventude e vividez, que eu e só eu tenho.
Que os meus olhos se percam em verde se eu não te quiser mais, pois és o meu novo e velho problema, -eu só não o via-
és meu delírio.

Um comentário:

Unknown disse...
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